
Vida agitada para garantir a realização de um sonho gestado desde muito cedo: ser jornalista.
Estudante do sexto semestre de Jornalismo, Taís Seibt mudou seis vezes de emprego e uma de endereço. Em julho de 2008, trocou a tranquilidade da vida interiorana de Gramado pela agitação da região metropolitana de Porto Alegre. Desde então, tem experimentado as agruras de viver longe da família, sem a comida da mãe e o conforto do lar, dividindo um apartamento de três quartos com outras cinco estudantes tão jovens e desamparadas quanto ela.
Os desafios vão desde a convivência pacífica com gente desconhecida e de diferentes procedências até a organização financeira para dar conta de pagar o aluguel, comprar livros, ir ao cinema e visitar a família duas vezes por mês - sem precisar racionar comida. Para tanto, Taís trabalha como bolsista de iniciação científica na Unisinos pela manhã, faz estágio na assessoria de comunicação do Ministério Público Federal, em Porto Alegre, à tarde, e sempre engata algum trabalho extra.
Por essas e outras que o dia de Taís não termina quando a aula acaba. Ao chegar em casa, na avenida Unisinos, já perto das 23h, começa a quarta jornada, que inclui tarefas domésticas (cozinhar, lavar roupa, ...), fazer trabalhos de aula, tocar os “frilas”, ensaiar um ou duas músicas (Taís é vocalista de um trio que interpreta versões acústicas aos domingos, em Gramado), telefonar para casa, quem sabe ler alguma coisa ou assistir um programa de TV.
Obs.: texto originalmente redigido para a disciplina de Redação Jornalística III, hoje mesmo.
Estudante do sexto semestre de Jornalismo, Taís Seibt mudou seis vezes de emprego e uma de endereço. Em julho de 2008, trocou a tranquilidade da vida interiorana de Gramado pela agitação da região metropolitana de Porto Alegre. Desde então, tem experimentado as agruras de viver longe da família, sem a comida da mãe e o conforto do lar, dividindo um apartamento de três quartos com outras cinco estudantes tão jovens e desamparadas quanto ela.
Os desafios vão desde a convivência pacífica com gente desconhecida e de diferentes procedências até a organização financeira para dar conta de pagar o aluguel, comprar livros, ir ao cinema e visitar a família duas vezes por mês - sem precisar racionar comida. Para tanto, Taís trabalha como bolsista de iniciação científica na Unisinos pela manhã, faz estágio na assessoria de comunicação do Ministério Público Federal, em Porto Alegre, à tarde, e sempre engata algum trabalho extra.
Por essas e outras que o dia de Taís não termina quando a aula acaba. Ao chegar em casa, na avenida Unisinos, já perto das 23h, começa a quarta jornada, que inclui tarefas domésticas (cozinhar, lavar roupa, ...), fazer trabalhos de aula, tocar os “frilas”, ensaiar um ou duas músicas (Taís é vocalista de um trio que interpreta versões acústicas aos domingos, em Gramado), telefonar para casa, quem sabe ler alguma coisa ou assistir um programa de TV.
Obs.: texto originalmente redigido para a disciplina de Redação Jornalística III, hoje mesmo.
