sexta-feira, 3 de junho de 2011

Aos que caminharam ao meu lado durante o #TCC


Na vida, a gente sempre está tentando conquistar alguma coisa. Um carro, um emprego, um diploma... um TCC! Fato é que, de tudo que a gente possa conquistar nesta vida, o que temos de mais valioso, com certeza, são as pessoas que caminham ao nosso lado. No #TCC não foi diferente. Então, agora que ele está oficialmente entregue - só esperando pela banca, #quemedo - torno pública minha gratidão a algumas pessoas que caminharam ao meu lado neste ano e pouco de trabalho. Obrigada, gente!

Assim está na 3ª página de minha monografia:

A conclusão deste trabalho é o símbolo do fim de um processo, no qual nunca estive sozinha. Agradeço aos que caminharam junto comigo, como:

Meu #pai, Pedro, e minha #mãe, Maria, que não fazem ideia sobre o que trata esta monografia, mas souberam compreender minha ausência no período em que eu a redigia. Graças a eles aprendi a ler jornal, gostar de jornal e não perder a esperança no jornalismo.

Meu orientador, @plsosorio, verdadeiro mestre, comprometido com minha orientação no TCC, presença importantíssima na minha formação em cada disciplina que ministrou desde meu primeiro semestre no curso; assim como os demais mestres que participaram de minha formação.

O grupo de pesquisa @processocom de maneira geral: graduandos, mestres, doutores e pós-doutores, especialmente aos professores #EfendyMaldonado, #NisiaRosario e #JianiBonin, das quais fui bolsista de iniciação científica. O Processocom me ensinou o valor do conhecimento científico e da troca humilde de experiências entre colegas e professores, independentemente do nível acadêmico de cada um. Agradeço, também, aos colegas do grupo: @greycevargas, que formatou este TCC; @tweetsdorafael, com quem muito debati as ideias deste trabalho entre reuniões teórico-metodológicas e encontros festivos; @AnaCrisBasei, @rico_machado e @BrunoAlencastro, colegas de pesquisa, TCCs nota 10 e grandes amigos que me serviram de apoio e inspiração, da mesma forma que @mila_bacana, @candidaportolan, @andrejornalis, @stefanietelles, também colegas de pesquisa e grandes amigos que partilharam a experiência de TCCer antes, durante e depois, com direito a muitas cuias de chimarrão e filosofia (barata) nos gabinetes do PPG de Comunicação da Unisinos.

A coordenadora de Internet do Grupo RBS, #MartaGleich, que disponibilizou todos os dados necessários a esta monografia, com muita cordialidade e agilidade. A editora e colunista de Política do jornal Zero Hora, @rosaneoliveira, que forneceu material para análise e concedeu entrevista para o trabalho. A editora de Mídias Sociais do Grupo RBS, @babsnickel, que concedeu valiosa entrevista para consolidar esta monografia. A própria @zerohora, que me ofereceu excelente oportunidade de amadurecimento profissional. Meus chefes @carolinetorma e #ThiagoCopetti que, além de sempre confiarem e apostarem em mim, me deram férias para concluir este trabalho. Também @pedrodiaslopes, @lisebrenol e todos os colegas de zerohora.com, pelas discussões, especialmente em nossas reuniões semanais, que ajudaram a inspirar reflexões aqui abordadas.

Minhas irmãs @versodavida e #Betina; meu irmão de mentirinha, mas de verdade, @mitigrade; minha grande amiga @lihabreu; e meus parceiros de #trilogia @falatche e @rafacarniel, que estiveram sempre de braços abertos para me acolher quando voltava à terra natal, mesmo que muitas vezes em passagens rápidas e após longos intervalos. As #pérolasdoapê protagonizadas por #TatiTeski e @candidaportolan, que têm sido minha família longe da casa da mãe. O #blocodosalbinos, amigos incríveis que se formaram na vida acadêmica (com ajuda do @XisdoAlemao) e permanecem presentes para não deixar a vida perder a graça nunca. Também o #cafédasdivas de (quase) toda segunda-feira, que garantiu descontração e gargalhadas a cada encontro pelos cafés da faculdade.

A @Unisinos que me ofereceu as condições, ainda que a um alto custo, de obter uma formação profissional, acadêmica e humana de qualidade.

O @OCriador, que colocou todas essas pessoas maravilhosas no meu caminho e, através delas, seguramente esteve ao meu lado em cada passo – e também em cada página deste TCC.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A paródia mais bonita da cidade

“Se esquecer a melodia não é tão fácil quanto pensa, resta então compor, mais uma versão para o meu amor...”

Há cerca de uma semana uma certa “oração” não sai da cabeça de muita gente por aí. Um vídeo de seis minutos com uma música de apenas oito versos rendeu à dita banda mais bonita da cidade mais de dois milhões de visualizações. Se foram de simpatia as primeiras manifestações que surgiram na internet sobre o clipe filmado em plano-sequência passando por vários cômodos de um casarão no Paraná, não faltaram paródias bem-humoradas para aquela que, em pouco tempo, se tornou a música mais chata da cidade.

Da turma do Chaves ao humorista Rafinha Bastos, passando por agências de comunicação e repúblicas estudantis (?). Se esquecer a melodia não é tão fácil quanto pensa, resta então compor, mais uma versão para o meu amor... E por aí vai.

Em poucas horas de conversa no PPGCOM da Unisinos com @andrejornalis e @candidaportolan – e algumas tuitadas com @tweetsdorafael – já temos duas versões prontas para entrar na lista. Se sair daqui, é plágio!

A pesquisa mais bonita da cidade
Meu amor, esta é a citação / Da minha dissertação / Citação não é tão simples quanto pensa / Nela cabe o que cabe na despensa / Cabe um autor / Cabem ideias inteiras / Cabem vários teoremas / Teorizações / Cabe até o meu amor (repete)

A redação mais bonita da cidade
Meu amor, eu tô de plantão / Não tem folga não / A pauta não é tão simples quanto pensa / E o pior é que o salário não compensa / E o editor / Ele quer páginas inteiras / Se for sexta-feira / Vai fechar bem depois / Então meu amor (repete)